Publicado por: luizerbes | outubro 22, 2011

A saída norte-americana do Iraque

Barack Obama, o guerreiro conhecido por esquecer suas promessas, anunciou a retirada das tropas norte-americanas do Iraque, depois de oito anos do início da invasão que derrubou Saddan Hussein, garantiu grandes negócios para algumas companhias de petróleo dos chamados países civilizados e custou, aos cofres norte-americanos, bilhões de dólares que ajudaram a afundar a economia do país mais poderoso.

Em número de vítimas, não há dados precisos, mas milhares iraquianos perderam a vida, vários foram torturados (Abu Ghraib, se lembram). Esses danos colaterais, na ótica ianque, são pequenos diante das oportunidades de negócios.

Mas os norte-americanos se vão – será mesmo? – sem assegurar a sua permanência no país. A ideia de Obama era manter 40 mil soldados no Iraque, para a realização de ações especiais (ou melhor, ações para assassinar inimigos), mas o governo iraquiano não aceitou. Assim, todos se vão. Isso deve ajudar a não atrapalhar a construção de uma democracia, coisas que os norte-americanos só gostam quando o eleito é amigo.

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