Publicado por: luizerbes | outubro 7, 2011

Um Nobel da Paz em boas mãos

Depois de duas escolhas polêmicas, em 2009 e 2010, o Comitê do Instituto Norueguês do Nobel parece que acertaram. Escolheram três mulheres, duas da Libéria e uma ativista do Iêmen, para dividirem o Nobel da Paz, o mais significativo dos nobéis distribuídos pelo instituto criado pelo sueco Alfred Nobel, após ver os efeitos nefastos de sua invenção (a dinamite).

As liberianas Ellen Johnson Sirleaf (presidente do país e primeira mulher a comandar um país africano) e Leymah Gbowee tiveram um papel importante na pacificação do país.  Tawakkul Karman, por sua vez, é uma ativista da Primavera Árabe que vem lutando por uma democracia maior no Iêmen – cujo governo ditadorial é apoiado pelos Estados Unidos.

O prêmio parece justo, mais do que os dois últimos: para Barack Obama,  muito mais para homem da guerra do defensor da paz, em 2009; e Liu Xiaobo, ativista chinês preso pelo governo, em 2010 (em um prêmio que, embora justo, teve o intuito principal de alfinetar a China).

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