Publicado por: luizerbes | agosto 16, 2011

Um agosto que se revela negro

Em poucos dias, esse agosto se revelou negro.

Primeiro, no domingo, faleceu o ex-prefeito Mario Vanin, que conheci à época em que fui escrever um livro sobre a Festa da Uva. Presidente das edições de 1984 e 1986, Vanin teve participação na reestruturação da empresa, à época controlada pelo Estado. Esse trabalho está na obra, que deve ir para a terceira edição.

Nesta terça-feira, Everton Padilha, advogado por opção, juventudista de coração e corneteiro (no bom sentido) de plantão, também faleceu. Partiu, como diz o ditado popular, desta para melhor, mas no final das contas somos nós que perdemos um companheiro, sempre irreverente, sempre presente. Perdemos as suas cornetas, verdades e, por vezes, elogios. E, essencialmente, perdemos um amigo.

Agosto já deveria terminar. Ou melhor, nem deveria existir; o mais lógico seria pularmos de julho a setembro.

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