Publicado por: luizerbes | abril 6, 2011

A ONU pega nas armas

O discurso do ONU foi o de defender a via diplomática – até porque essa é, oficialmente, a razão de sua existência. Mas, ultimamente, parece que seus dirigentes adoram soluções bélicas, aderindo a lógica de alguns países ricos (EUA, Inglaterra e, agora também, a França).

Na Costa do Marfim, tropas sob o comando da ONU dispararam contra as forças do presidente Laurent Gbagbo, que perdeu as eleições mas insiste em permanecer no poder. Há diferenças entre proteger civis, o que é defensável e insere-se na filosofia da ONU, e entrar no conflito não apenas apoiando um lado, mas integrando-se a sua luta, o que fere o princípio da autonomia da entidade que congrega as nações.

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