Trabalho na assessoria do Caxias

Julho 30, 2009

Faz quatro semanas e um dia que assumi a Assessoria de Comunicação do Caxias, clube de Caxias do Sul que disputa a Série C nacional – só até esse ano, assim espero, torço… É um trabalho legal, mas puxado, principalmente porque não tem fim de semana livre. O domingo é o dia mais importante.

Gosto de trabalhar em assessoria, principalmente quando é algo dinâmico como um clube de futebol. Empresa é legal, mas diferente. Você precisa lutar para conseguir um espaço, garantir uma nota numa coluna, vender uma matéria interessante ao editor. Clube é o contrário. Tem repórter diariamente atrás de ti querendo fazer matéria, atrás disso, daquilo, etc.. Às vezes, é preciso colocar um freio.

Além dessa parte, tem a produção de releases (sempre tem algum site, jornal ou rádio interessado em algum material) e o próprio site (www.sercaxias.com.br) e o twitter (www.twitter.com/sercaxias). Aliás, a parte mais legal é o twitter. A notícia numa frase, e acabou. E como se tivesse só o título, nada de enrolação, detalhes, coisas assim. Só o essencial do essencial.

Torço (e torçam também, blogueiros) para o Caxias subir à Série B, porque aí vai ser possível desenvolver um trabalho bem interessante.


Democratas (o partido), Itaipu e colonialismo

Julho 29, 2009

A construção da hidreelétrica de Itaipu é um dos maiores empreendimentos binacionais do planeta. Juntos, Brasil e Paraguai construíram a gigantesca usina que, ao longo das últimas décadas, transformou-se num negócio da China para apenas um dos países. Um acordo negociado entre os presidentes dos dois países reduz essas injustiças, dando ao Paraguai “luvas” maiores.

Anunciado o acordo, apareceu em cena o Democratas, o partido que não faz juz ao seu nome (ex-PFL e ex-Arena).  O partido decidiu entrar com uma representação contra o acordo e deve tentar de tudo para derrubar a mudança no Senado.

A turma do Democratas faz uma defesa do colonialismo, querendo um Brasil que pisa em seus vizinhos mais pobres e olha para os Estados Unidos e Europa como modelos econômicos perfeitos.  Eles não querem o Brasil forte, uma liderença regional, mas um Brasil frágil, sem liderença, subserviente. Mais, trabalham para a manutenção do status quo, não em prol do desenvolvimento nacional e latino-americano.

É a turmo do atraso.


Schumacher está de volta

Julho 29, 2009

Era até engraçado ver Michael Schumacher nos bastidores, com aqueles headphones no ouvido, macacão e bonés vermelhos. Ele até não ficava mal, mas o papel de coadjuvante, ou de espectador ilustre, não lhe caía bem.

Agora, Schumacher está de volta. Como piloto, no cockpit vermelho da Ferrari guiada até o sábado passado por Felipe Massa. O alemão vai ser o substituto do brasileiro, até esse se recuperar do acidente e voltar às pistas.  Ser substituído por um multicampeão, sete títulos e recordistas de vitórias, é uma homenagem ao brasileiro.

E para quem gosta de Fórmula 1, é uma atração extra. A Ferrari não tem um carro competitivo, o que tornará a vida do alemão difícil. Mas Schumacher se criou superando desafios, e esse é mais um.

Para o público, é um presente.


Só se fala de gripe A

Julho 28, 2009

Invariavelmente o assunto vem à tona: gripe A ou, no vocabulário popular, gripe suína. A preocupação é geral, há histórias de casos envolvendo conhecidos de conhecidos, mas por enquanto não me deparei com nenhum caso próximo, de um conhecido meu. Espero que continue assim. Mais ainda, espero que a gripe A continue distante de casa, dos meus amigos, do meu ambiente familiar e de trabalho.

Ruim sob inúmeros aspectos, a gripe A tem um “ladinho” positivo: nos leva a assumir a nossa condição humana e mostra como somos vulneráveis. É uma gripe, mais forte que a gripe comum, mas ela acaba com aquele sentimento de que somos fortes; somos frágeis, muito frágeis, e a vida, por mais que pensemos o contrário, é algo transitório.

Não somos super-heróis, somos apenas humanos.


Frio anormal

Julho 24, 2009

Sempre faz frio em julho em Caxias do Sul, mas hoje foi algo anormal, algo além do, digamos assim, aceitável. Não bastou colocar roupa sobre roupa, segunda pela, blusão e casação, o frio ainda assim incomodava como raramente faz. Fez um frio anormal na Serra nesta sexta.

Nada vai mudar neste sábado, segundo as previsões. Vou a Criciúma, mas vi no site do Clima Tempo que não será muito diferente lá. Não um pouco mais quente, só um pouquinho menos frio.


O homem na Lua

Julho 19, 2009

Neste dia 20 de julho, completam-se 40 anos da chegada do homem à Lua. Foi no distante dia 20 de julho de 1969 que Neil Armstrong e sua turma pousaram na Lua, passearam no solo lunar e retornaram, dias depois, sãos e salvos à Terra. Tudo com transmissão pela televisão.

A grande mídia está repercutindo o feito, como um dos grandes passos da história da humanidade. Um feito até hoje não igualado.

Mas aconteceu mesmo? A quem jure que não, apoiando-se em evidências técnicas, como fotografias, sombras inexplicáveis, etc.. Há até um site em português: www.afraudedoseculo.com.br.

Há alguns anos, assisti a um vídeo bastante interessante, com um monte de gente sustentando que foi fraude. O link vídeo está disponível para baixar pelo bittorrent neste endereço.

E então, o homem foi para a Lua?


Castigo no futebol

Julho 19, 2009

Como assessor de comunicação do Caxias, assisti neste domingo, no Estádio Centenário, em Caxias, o empate em 1 a 1 com o Marília. Foi um bom jogo, com um resultado frustrante.

Foi mais ou menos assim. O jogo começou com equilíbrio, mas as poucos o Caxias foi melhorando. Quando encaixou a marcação, passou a dominar e fez 1 a 0, com um belo gol de falta de Rafinha. Depois, teve outra bola na trave, em cobrança de falta de Rafinha.

No segundo tempo, o Marília equilibrou a partida. Quando tudo indicava que o Caxias seguraria o placar e venceria, houve um vacilo e gol do time paulista. Frustração no Centenário. Um castigo, mas o futebol é assim mesmo, feito e decidido nos detalhes.

Agora, temos que ganhar fora do Criciúma. Fácil não é, mas vamos lá.


Fotos do treino do Caxias

Julho 13, 2009

Cinco fotos que fiz hoje do treino do Caxias.

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Rubinho, o reclamão

Julho 12, 2009

O roteiro é velho, repetitivo.

Tem o GP de Fórmula 1, Rubens Barrichello começa com grandes expectativas, as coisas não se desenrolam conforme o esperado, há o erro da equipe e o piloto solta o verbo, criticando equipe, chefe e funcionários.

Isso já ocorreu com Rubinho em inúmeros GPs, e voltou a se repetir neste domingo, na prova disputada em Nurburgring, na Alemanha. Mark Webber ganhou, e Rubinho, que chegou a liderar a prova, terminou apenas em sexto. De vice-líder no campeonato, caiu para quarto.

O desempenho na pista foi fraco. Apesar do bom início, Rubinho perdeu muito tempo atrás de Massa e se complicou. Depois, teve um ritmo fraco e acabou prejudicado por um problema na mangueira no reabastecimento, onde perdeu cinco segundos. Com isso, perdeu a posição para Jenson Button, quinto na corrida.

Depois de tudo isso, Rubinho deixou o carro e fez o maior escarceu. Foi duro com a Brawn, disse que não queria blábláblá. Em vez de ficar quieto, falou bobagem.

Creio que está na hora de Rubinho parar, se aposentar. Ele já ganhou o dinheiro que precisava, e pode seguir correndo no Brasil – a Stock Car, com certeza, seria um bom lugar para ele. Nos privaria com as bobagens que só um segundo piloto limitado fala.

Quando digo isso, penso nos grandes campeões, Ayrton Senna, Alain Prost e Michael Schumacher, que, quando alguma coisa dava errada, nunca abriram a boca para criticar a equipe ou falar bobagens. Saiam pela tangente, voltavam na próxima prova com uma gana incomum, dispostos a vencer.

Rubinho não é assim. O show não é na prova, é pós-prova, na entrevista.


O clique decisivo

Julho 10, 2009

Cartier -Bresson, um dos grandes mestres da fotografia mundial, cunhou o termo “momento decisivo”: aquele momento único, em que a lente capta a cena no instante certo e diz muito.

É o caso da foto abaixo.

De olho na bunda


Libertadores sem TV aberta

Julho 9, 2009

A Rede Globo consegue fazer algo inexplicável. Tudo bem, nós gaúchos, catarinenses, paranaenses, mineiros, baianos, etc.. fomos brindados com a transmissão da final da Libertadores, o maior e principal torneio sul-americano. Mas paulistas e cariocas ficaram de fora.

É o fim da picada.

A Globo, bairrista e pequena, resolveu mostrar Corinthians e Fluminense para o Rio e São Paulo, como se esse de fato fosse o jogo mais importante. Diante da final Libertadores, porém, era um mero amistoso.

Mas a Globo é o fim da picada.


Fim de semana em Pelotas

Julho 6, 2009

Neste final de semana, fui a Pelotas como assessor de imprensa da SER Caxias. No confronto com o Brasil-Pel, o time da casa vencer, 1 a 0, mas tudo bem. Faltam ainda três jogos e o Caxias segue na busca pela classificação.

Foi o meu primeiro jogo no Bento Freitas. De fato, a torcida do Brasil joga junto, empurra o time, faz a festa. Mas, pelo menos neste confronto, a pressão ficou apenas na arquibancada. Fora isso – ou seja, o torcedor no seu papel -, fomos bem recebidos pelo clube xavante.

Na viagem, encontrei o Diogo, agora pai, amigo dos tempos em que trabalhamos juntos na Três Tempos, em Caxias do Sul. Foi bom colocar a conversa em dia, falar de futebol, jornalismo, etc..


Tristes, mas conformados

Julho 3, 2009

A rivalidade da dupla Gre-Nal resultou num meio de semana inusitado: com os resultados, as torcidas ficaram tristes pela sorte de suas equipes, mas conformadas com a queda do rival. Teve foguetório nos dois dias, por conta do revés do clube para o qual o gaúcho torce contra, invariavelmente.

Na quarta-feira, a torcida tricolor fez a festa. Quando o Corinthians fez o primeiro gol, sepultando as esperanças coloradas de conquistar a Copa do Brasil, foguetes começaram a espocar em Caxias do Sul. Assim continuou até o final da noite, com o revés colorado se confirmando.

Nesta quinta-feira, veio a respota. Quando o Cruzeiro fez 1 a 0 e, depois 2 a 0, jogando por terra qualquer possibilidade de classificação tricolor à final da Libertadores, voltou a se ouvir foguetes. Foi assim até mais tarde, com a eliminação tricolor.

Nos dois casos, porém, foi uma vibração tímida. Pode ser bom ver o rival perder, mas é infinitamente melhor ver a sua equipe vencer, triunfar numa competição, erguer o troféu.

Isso é algo que rivalidade não consegue apagar. Secar é um pouco frustrante, comemorar uma vitória é algo empolgante.


Novo desafio profissional

Julho 2, 2009

Nesta quinta-feira, comecei a trabalhar na Assessoria de Imprensa do Caxias, clube de Caxias do Sul que disputa a Série C nacional – só até esse ano, espero, já que o objetivo é subir para a Série B.

O primeiro dia em um emprego novo é sempre estranho. As pessoas são diferentes, a estrutura, mesmo que não seja nova, parece ter um dimensão maior do que de fato tem – assim, invariavelmente, o passar dos dias deixa claro. É como se a gente fosse um peixe, se não fora d´água, pelo menos em águas diferentes.

Espero que seja uma boa experiência. Não é a primeira numa assessoria de comunicação, mas o trabalho em um clube de futebol é sempre diferente do dia-a-dia de uma empresa. O trabalho é diferente, a cobrança é maior.

É um ótimo desafio.


Gatos também sentem frio

Julho 1, 2009

Nesses dias de temperaturas baixas, os gatos se encolhem. Dormem mais, procuram o pouco sol que invade as janelas. Isso, quando não está nublado. Os gatos, pelo menos os de casa, também sentem frio e se recolhem em seus ninhos em busca de calor. São dois e, por vezes, compartilham quase um mesmo espaço, aquecendo-se mutuamente.