Polícia é igual em todo o mundo. Claro, há algumas exceções, como em alguns países europeus (Dinamarca, Suécia, Finlândia), no Japão e Canadá, mas acaba por aí. De resto, a polícia é merecedora dos piores adjetivos possíveis. Segue a linha do “atira primeiro, pergunta depois”.
Neste final de semana, uma cena comum no país tupininquim se repetiu nos Estados Unidos, matando um brasileiro. Ele estaria fumando um cigarro de maconha e teria, sempre segundo a polícia, tentado escapar de um blitz. Para confiar na versão polícia é preciso ser um pouco “velhinha de Taubaté”.
O caso lembra um pouco o brasileiro morto pela polícia de Londres, supostamente por ser terrorista. A polícia até buscou fabricar um fato, dizendo que o brasileiro teria tentado fugir, mas a mentira logo caiu por pé porque os jornais ficaram em cima. Os policiais simplesmente executaram o brasileiro.
Nos Estados Unidos, não deve ocorrer a mesma coisa, apesar de todos os indícios de que a polícia atirou quando não precisava.
Aliás, atirar antes e perguntar depois é a regra policial. Aqui no Brasil, nos Estados Unidos e numa série de países. Ou seja, não basta se preocupar com o bandido, é preciso temer o policial também.
Do jeito que está, é difícil saber o que é mais perigoso.
Escrito por luizerbes