Coitada da bola

Fui assistir Juventude e Criciúma nesta sexta-feira à noite, em Caxias do Sul, pela Série B. O Juventude venceu por 1 a 0, o time catarinense foi derrotada, mas, não me resta um pingo de dúvida, a maior vítima da noite foi a bola. Coitada, levou cada rasteira e ponta-pe de dar dó.

Voltei para casa decepcionado. Ao pegar o elevador, encontrei um amigo meu, gremista de ir ao Olímpico sempre que pode, e falei do jogo. Ele me assegurou que a Série B é assim mesmo. É bola quebrada, é bola maltratada o tempo inteiro.

Se for verdadeira a tese desse meu amigo – um professor experiente -, assistir a jogos do Juventude nesta Série B vai ser um exercício de resistência, de devoção e amor ao clube.

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No jogo desta noite ficou claro outra coisa: não é apenas a qualidade do futebol que despenca, o nível da arbitragem também é outro. Se os jogadores “quebram” a bola, o árbitro “judia” do apito.

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